O processo de ereção tem por base o relaxamento das fibras musculares lisas dos corpos cavernosos, o que permite maior fluxo sanguíneo arterial aos espaços lacunares, com concomitante vasodilatação das artérias cavernosas. Distensão dos espaços lacunares, promovida pelo aumento de fluxo arterial e redução do retorno venoso provoca a ereção.

Durante o estado de flacidez do pênis, o fluxo sanguíneo das artérias cavernosas para os espaços cavernosos é minimizado.

Independentemente do mecanismo etiológico envolvido, sugere-se que o problema básico em pacientes com disfunção erétil (DE) é um desequilíbrio entre contração e relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso.

A disfunção erétil pode ser classificada em três grandes grupos: psicogênico, orgânico e misto (orgânico e psicogênico). Dentro do grupo orgânico, a fisiopatologia permite classificá-la em vascular (arterial), endócrina, neurogênica, tecidual e medicamentosa.

Tratamento

O ponto mais importante no tratamento é o diagnóstico correto do fator que está causando a disfunção erétil. Neste sentido a disfunção erétil é um sintoma causado por uma doença previa que necessita de tratamento.

Muitas vezes a disfunção erétil é o primeiro sintoma de uma doença grave como alterações cardiológicas ou diabetes.

Antes de usar qualquer medicamento para aumentar a ereção é fundamental uma avaliação urológica e muitas vezes até mesmo uma avaliação multiprofissional com endocrinologista e cardiologista.

Após correção da doença de base podemos iniciar tratamento especifico para aumentar o vigor da ereção. Para este fim podemos usar desde tratamento medicamentoso via oral , injeções e até mesmo cirurgias para implante de prótese peniana.

Implante de prótese peniana: esta é a última opção para o tratamento da disfunção erétil e indicada na falha do tratamento medicamento. As próteses podem ser semirrígidas ou infláveis de vários tamanhos e modelos.

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