Dores e escapes de urina são sintomas que atingem os dois sexos, mas hoje vamos falar especificamente dos problemas de bexiga que atingem o público feminino com maior frequência.

A primeira diferença é a localização da bexiga no organismo. Na mulher, a bexiga fica na frente da vagina e abaixo do útero. Enquanto nos homens, está à frente do reto.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia, a incontinência urinária atinge 45% das mulheres com mais de 40 anos, após a menopausa e 40% das gestantes.

A cistite é um problema urológico recorrente no público feminino, por uma questão anatômica da mulher. Os estudos dizem que cerca de 60% das mulheres terão infecção urinária em algum momento da vida.

Confira, a seguir, os problemas de bexiga que mais acometem as mulheres:

Incontinência urinária

Trata-se da perda involuntária da urina pela uretra, variando de uma ligeira perda de urina após espirrar, tossir ou rir até a total incapacidade de controlar a micção. Pode manifestar-se tanto na quinta ou sexta década de vida quanto em mulheres mais jovens.

Infecção urinária (Cistite)

A cistite é a infecção e inflamação da bexiga, geralmente causada por uma bactéria naturalmente presente no intestino e no trato urinário, mas que pode se multiplicar em excesso e chegar até à bexiga. Ela causa sintomas como sensação de peso na bexiga e ardência, urgência ou queimação ao urinar.

Bexiga caída

É uma doença em que não só a bexiga, mas todos os órgãos da região pélvica podem perder sustentação e “cair”, formando um abaulamento na vagina. Além da sensação de “bola na vagina”, causa desconforto ao se esforçar e sensação de que a bexiga não foi totalmente esvaziada depois de urinar.

Bexiga hiperativa

Bexiga Hiperativa é a necessidade urgente de urinar. Alguns fatores como gravidez e parto, obesidade, músculos pélvicos fracos, diabetes, câncer ou pedras na bexiga, além de distúrbios neurológicos podem contribuir para a bexiga hiperativa.

O que fazer?

Para tratar todos esses problemas de bexiga, o ideal é buscar orientação de um médico especialista que no caso do trato urinário é o urologista.

Se sentir algum dos sintomas mencionados acima, marque uma consulta médica porque todas essas patologias têm tratamento.

As abordagens terapêuticas podem incluir fisioterapia, medicamentos, cirurgias e até mudanças no estilo de vida.

O diagnóstico precoce e o início do tratamento adequado são fundamentais para melhorar a qualidade de vida da mulher.

Para esclarecer dúvidas pontuais sobre o tema, agende uma teleorientação pelo nosso site. Ou se preferir, solicite uma consulta com os urologistas do CBU, clicando aqui.

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