Para muitos homens, os primeiros sinais aparecem de forma sutil.

Uma ida ao banheiro no meio da madrugada.

Depois, duas.

Depois, três.

O jato começa a ficar mais fraco. A urina demora a sair.

Às vezes, parece que não esvaziou tudo.

Outras vezes, dá vontade de novo poucos minutos depois.

E a dúvida chega: “Será que estou bebendo muita água? Será estresse? Será idade?”

Muitos nem imaginam que esses sintomas têm um nome e uma causa muito comum após os 45 anos: Hiperplasia Prostática Benigna (HPB).

O que é HPB e por que acontece?

A HPB é o aumento benigno da próstata, uma condição natural do envelhecimento masculino.

Não é câncer.

Não aumenta risco de câncer.

Mas pode causar muitos incômodos.

À medida que a próstata cresce, ela pressiona a uretra — o canal por onde a urina passa — e isso começa a alterar o fluxo urinário.

É aí que surgem os sintomas que muitos homens ignoram por meses (ou anos).

Os sintomas que muita gente acha “normais”, mas não são:

  • Levantar várias vezes à noite para urinar;
  • Urgência urinária (vontade súbita e difícil de segurar);
  • Jato fraco ou entrecortado;
  • Dificuldade para iniciar a urina;
  • Sensação de bexiga cheia mesmo após urinar;
  • Gotejamento no final da micção.

Como são sintomas progressivos, muitos pacientes se acostumam e só procuram ajuda quando o desconforto já está grande.

Por que os sintomas aparecem de repente?

Na maioria das vezes, eles não aparecem de repente.

A próstata cresce aos poucos, mas o corpo vai compensando até que chega um ponto em que a bexiga fica sobrecarregada, o jato perde força e a rotina começa a ser impactada.

É comum o paciente pensar:

“Estou ficando velho”

“Devo estar ansioso”

“É só cortar água à noite”

Mas nada disso resolve a causa real.

Quando o aumento da próstata merece atenção

A HPB não tratada pode evoluir para complicações, como:

  • infecções urinárias frequentes;
  • retenção urinária (incapacidade de urinar);
  • formação de cálculos na bexiga;
  • dano renal em casos avançados.

Por isso, quanto antes o diagnóstico é feito, mais simples é o tratamento.

Como é o diagnóstico?

O urologista avalia:

  • histórico dos sintomas;
  • toque retal (rápido e indolor);
  • PSA;
  • exames de imagem;
  • urofluxometria (mede a força do jato).

Com isso, é possível diferenciar HPB de outras causas, como prostatite ou câncer de próstata.

Tratamentos que devolvem qualidade de vida

A boa notícia é que a HPB tem várias opções de tratamento, que dependem da intensidade dos sintomas e do tamanho da próstata:

  • Acompanhamento clínico

Para casos leves, apenas controle e mudanças de hábito.

  • Medicações

Medicamentos que relaxam a musculatura ou reduzem o volume da próstata.

  • Procedimentos minimamente invasivos e cirurgias modernas

Quando necessário, o CBU oferece tratamentos como:

  • RTU de próstata;
  • Enucleação a laser;
  • Ressecção bipolar;
  • Técnicas preservadoras da ejaculação.

Cada caso é avaliado individualmente.

No Centro Brasileiro de Urologia, sabemos que os sintomas urinários podem afetar o sono, a rotina, a autoestima e até a vida social do homem.

Por isso, o atendimento é baseado em escuta acolhedora, avaliação detalhada dos sintomas; diagnóstico preciso, explicação clara sobre cada opção de tratamento e acompanhamento próximo.

O objetivo é simples: devolver qualidade de vida ao paciente, com segurança e discrição.

Agende sua avaliação!

Se você está acordando à noite para ir ao banheiro, se sente dificuldade para urinar ou percebe que seu jato mudou, não ignore esses sinais.

Eles podem ser HPB e o tratamento é seguro, eficaz e melhora muito o dia a dia.

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