Vergonha e preconceito atrapalham os cuidados com a saúde masculina. Entenda porquê!

O comportamento do homem

Alguns estudos demonstram que os homens costumam ir menos ao médico que as mulheres. Além disso, eles realizam os exames preventivos com menos frequência também.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2010 foi realizada uma pesquisa* com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos e psicólogos sobre a saúde masculina. 

Nesta ocasião, foram ouvidos cerca de 250 especialistas e ficou constatado que os homens não costumam frequentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A origem 

Dentre as barreiras culturais, o estudo destaca o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. 

O homem como provedor não pode deixar de trabalhar para ir a uma consulta e cuidar da saúde masculina. Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem. Por isso, acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos. 

O resultado

A consequência desse comportamento é o aparecimento de uma série de doenças que são descobertas tardiamente e comprometem a saúde masculina. Doenças que poderiam ter sido tratadas antes e, por preconceito ou descuido, não foram.

Isso acontece porque alguns homens têm vergonha de cuidar da saúde, de compartilhar sua vida com o médico. Mas é preciso esclarecer as dúvidas sobre a saúde masculina e tentar derrubar esse preconceito.

Afinal, a saúde é muito mais importante do que o orgulho e deve ser tratada como prioridade na vida do homem. 

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*Esse levantamento está no portal da Escola Nacional de Saúde Pública, vinculado ao portal da Fundação Oswaldo Cruz (http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/22251)